
Caros Sportinguistas,

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Artigos de opinião sobre o Sporting CP e outros destaques, por Rui Pedro Barreiro.
Artigos de opinião sobre o Sporting CP e outros destaques, por Rui Pedro Barreiro.

Caros Sportinguistas,

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Se há jogos e adversário com quem não gosto nada de perder, esses são com o eterno rival.
Fico mesmo, o aumento da idade não modificou em nada esse meu estado de espírito, muito incomodado.
Mais incomodado fiquei quando, embora os jogos só se ganhem após o apito final do árbitro, e aquilo que parecia ser uma vitória nossa, no período de descontos, nos viria inacreditavelmente a fugir, com dois golos de rajada do adversário.
E neste caso, o senhor do apito foi mesmo daquelas pessoas que me merecem menos credibilidade no conspurcado futebol português, e parece mesmo premonitório que quando nos aparece, as coisas podem não correr bem. Mais uma vez assim aconteceu.
Acabado o jogo, foi com o sentimento de um Leão que não se verga, que atónito parecia não estar a acreditar no que via. Mas nunca abalado no orgulho e inabalavelmente com a convicção de que estarei sempre − mas sempre e em que momento for, ao lado destes rapazes.
O que seriam seis pontos de diferença para os rivais, num ápice se transformaram numa igualdade pontual.
Mas mais a frio, resta-nos olhar em frente e acreditar. Afinal, estão decorridas onze jornadas e estamos em igualdade pontual na liderança. Será agora tempo, até porque a prova será interrompida e as competições retomam apenas no dia 25 de Novembro, para a recepção ao Dumiense/CJP II para a Taça de Portugal, de recarregar baterias.
Jogo a jogo. O caminho será ainda longo. Mas estou convicto, porque já deram provas disso, os nossos rapazes, liderados por Rúben Amorim, não se irão deixar abater. Será mesmo tempo de reflexão, mas sobretudo de união.
Se perder custa muito, a forma como aconteceu irá inevitavelmente custar a esquecer. Mas outra coisa não restará que não vestir o "fato macaco" e sermos Leões no que resta. No Campeonato, mas também nas Taças de Portugal e da Liga e ainda na UEFA Europa League.
Não vale baixar os braços e não é esse o nosso ADN. Sonhar não custa. E eu sonho com conquistas. Até porque este grupo de trabalho merece que nós acreditemos.
Mas não é só o grupo de trabalho do futebol que merece que nele acreditemos. Também nas modalidades de pavilhão, que embora ainda em fase relativamente inicial, estão todas, excepto o voleibol e mesmo esta modalidade me parece mais consolidada e que acredito pode aparecer, numa fase mais adiantada da época e com mais entrosamento, a disputar o título, na liderança dos seus campeonatos, merecem de nós crença. E no passado fim-de-semana foi mesmo com uma inabalável crença, mas sobretudo com muita classe, que o andebol venceu no sempre difícil Dragão Arena, em jogo com foros de dramático, que caiu e bem para o nosso lado. Também o futsal, o hóquei em patins e o basquetebol seguem na frente.
Uma certeza tenho: nos relvados ou nos pavilhões. Nas pistas ou nas piscinas... onde for, um Leão só se curva para beijar o símbolo. Nós acreditamos em vocês!
* * *
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PortugaLion, 16.11.23
Como prefácio, não coloco nenhuma foto do referido jogo, (porque já muitas por aqui passaram) prefiro antes fazer um paralelismo com a interpretação que faço na forma de ler esta fotografia:
-A Luz; 2 intervenientes; 1 Tabuleiro de Jogo; 1 Estratégia; e o escuro…

Reunidas as condições da “luz”, é tempo de convocar as vicissitudes que estão na origem das decisões, num jogo onde o escuro da foto traduz o negro e a tristeza, pela forma como um dos intervenientes chegou a vencedor da contenda.
No Tabuleiro define-se a colocação das peças que vão definir as estratégias.
Benfica e Sporting argumentam o desejo de vitória.
A ampulheta começa a contar, e já 2 “peças” importantes do Sporting são “pintadas” de amarelo. (Imagine-se aos 20’).
Aliás, corrijam-me se estou errado, foram 7 as “peças” que sofreram esse castigo, proveniente de 12 faltas que o juiz ASD (vou tratá-lo por sigla) assinalou, ao contrário do organizador do evento, o Benfica, que apenas teve 2 “peças” amareladas ( a primeira registada só aos 66’ minutos de um jogo com 9 faltas... excelente média).
Primeira Nota
Que forma inteligente de condicionar o Sporting!
Quanto ao movimento das “peças”, de tudo valeu aos do Benfica, desde apertar os “garganetos” e pisadelas aos do Sporting, até se atirarem para o chão por “dá cá aquele cartão” que nunca viram por simulação.
E tudo isto perante a habitual prepotência e passividade da “sigla”.
Edwards pisado por Otamendi, (mas levou amarelo), Morita "estrangulado" pelo mesmo, (mas não se passou nada), Trincão também pisado pelo Neves (mas foi falta para o Benfica, de que resultou um canto e golo); Inácio tocado por “Rafaremi” (colocou-se a jeito para proporcionar o contacto e como consequência expulso), João Neves por expulsar (entrada sobre um jogador do Sporting que não mereceu o mesmo tratamento disciplinar, seria o segundo amarelo), e como consequência, não estaria “no lugar certo à hora não certa” (para marcar o golo que daria o empate) pois já passava da hora.
Segunda nota
ASD suspeitava que os jogadores do Benfica tinham indicações para se atirarem para o chão, e assim sendo foi marcando faltas aos do Sporting até conseguir o que pretendia, isto é, colocar o Benfica a jogar contra 10 ( tão habitual e rotineiro nos derby’s em que participa, e que Herr Schmidt se vangloria por ter ganho quase todos). Se ainda por cá estiver este Sr. prepotente e mal formado, o dia virá em que vai ter de enfrentar os rivais em igualdade numérica no tempo todo, ou, algo impensável, em inferioridade numérica, e aí não vai haver nenhum VAR que lhe valha).
Do lado do Sporting, Artur Soares Dias não sabia que os jogadores tinham rigorosas instruções do “patrão”para não reagirem, e só assim se percebe como é que o Inácio não reagiu, nem o Morita nem a equipa perante tantas provocações, fica esta nota muito importante.
No final, e já a ampulheta do tempo tinha ido tomar banho, a BTV (única estação do Mundo a transmitir em exclusividade os jogos do seu clube, com o descaramento, arrogância e provocação ao mostrar só o que quer, alimentando e protegendo os factos ilícitos) resolveu traçar uma “linha vermelha” com a espessura de 4 cm, por onde as peças encarnadas passaram a seu belo prazer, obtendo uma vitória patrocinada por ASD, perante o delírio e êxtase de um público que até o tabuleiro invadiu, onde nem faltou a habitual “fanfarronice” e fogo de artifício, como se tivessem ganho a Liga dos Campeões, perante uma normalidade de uma anormalidade, só possível neste futebol português tendencioso suspeito e decadente.
A última nota como epílogo
No silêncio da sala, ASD e o seu “apito”com decisões disciplinares duvidosas e dualidade de critérios, muita garra e heroísmo estoico da nossa equipa até aos 80’, para concluirmos dentro da farsa do tempo de compensação, com alguma incompetência e a habitual falta de sorte, pois não se pode nunca perder um jogo em 3’/4’ como o Sporting perdeu.
Um verdadeiro pesadelo e revolta, (perante uma vitória do Benfica que tem tanto de injusta, como de inglória e suspeita) mas que nos irá fortalecer e unir ainda mais, rumo ao nosso objetivo.
Afinal ainda estamos em Primeiro!
Viva o Sporting,
SL

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Estamos tristes com esta derrota difícil de engolir, mas que os jogadores não se esqueçam deste jogo e que metam na cabeça que as reviravoltas são possíveis de acontecer em 3 minutos. Que não se esqueçam que o querer, tem muito poder.
O Sporting sem ter sido brilhante (o Benfica, menos ainda), podia ter vencido este jogo, mas tem inconstâncias difíceis de entender. O Benfica não é melhor equipa, não joga bom futebol, tem um treinador sofrível e arrogante.
Há quem pense e mal, que esta derrota dita a perda do campeonato. Deixem-se de pessimismos e de se deixarem influenciar por um bando de gente que festejou a vitória de um jogo como se já fossem campeões.
Está tudo em aberto e ao invés de "entregarem o ouro ao bandido", vão à luta de cabeça erguida, corrigindo as falhas e acreditando até ao fim.
Saudações leoninas
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